Manezinho Araújo é uma sobremesa muito apreciada em algumas regiões do país. É feita com três camadas de banana e creme. Humm!! Mas o quadro História Hoje não é para falar de sobremesas, certo? Certíssimo!! O assunto, na verdade, é o cantor, compositor, jornalista e pintor que tem o mesmo nome dessa delícia de doce e ficou conhecido como o rei da embolada.
O pernambucano, Manuel Pereira de Araújo ou simplesmente Manezinho Araújo, nasceu em 1910 e passou a infância no boêmio bairro de Casa Amarela, em Recife.
Quando adolescente, conheceu Minona Carneiro, um grande cantador de embolada. Manezinho logo se apaixonou pelas músicas do mestre.
A embolada pra quem não sabe é parte integrante do folclore nordestino... É uma maneira bem-humorada para sair falando, por meio da música, de pessoas, fatos, histórias... O embolador sai contando as coisas como se fosse um cronista.
Mas como Manezinho Araújo se tornou o rei da embolada? No finalzinho da chamada revolução de 30, ele se alistou como soldado voluntário. E como prêmio por ter participado ganhou uma viagem de navio até o Rio de Janeiro. Viveu na capital por cerca de três anos, mas teve que voltar.
E na viagem de volta, quem Manezinho conhece em uma roda musical dentro do navio? Ninguém menos que Carmen Miranda e Almirante e o violinista Josué de Barros, que aliás prometeu ajudá-lo na divulgação de seu trabalho musical.
Três anos depois, Manezinho Araújo fez as malas e voltou para o Rio de Janeiro. E como prometeu, Josué levou Manezinho para se apresentar na Rádio Mayrink Veiga no programa do grande radialista Ademar Casé.
Em 1933, Manezinho gravou o primeiro disco e estourou com a música “Se eu fosse interventor” Apesar do sucesso, Manezinho não estava feliz. Então, fez um show para cerca de 15 mil pessoas, no Rio de Janeiro, e com o dinheiro que ganhou abriu um restaurante: O Cabeça Chata.
Edith Piaf, Carmen Miranda, Vila lobos, Cacilda Beker e muitos outros consagrados passaram por lá. Manezinho de Araújo, morreu em São Paulo, no dia 23 de maio de 1993.
Perái...Perái.. Mas e a sobremesa? O que ela tem a ver com toda essa história?? Simples...]
O nome foi dado pelo próprio Manezinho Araújo que a servia em seus restaurantes.
(Fonte: Agência Brasil)
Manezinho Araújo é uma sobremesa muito apreciada em algumas regiões do país. É feita com três camadas de banana e creme. Humm!! Mas o quadro História Hoje não é para falar de sobremesas, certo? Certíssimo!! O assunto, na verdade, é o cantor, compositor, jornalista e pintor que tem o mesmo nome dessa delícia de doce e ficou conhecido como o rei da embolada.
O pernambucano, Manuel Pereira de Araújo ou simplesmente Manezinho Araújo, nasceu em 1910 e passou a infância no boêmio bairro de Casa Amarela, em Recife.
Quando adolescente, conheceu Minona Carneiro, um grande cantador de embolada. Manezinho logo se apaixonou pelas músicas do mestre.
A embolada pra quem não sabe é parte integrante do folclore nordestino... É uma maneira bem-humorada para sair falando, por meio da música, de pessoas, fatos, histórias... O embolador sai contando as coisas como se fosse um cronista.
Mas como Manezinho Araújo se tornou o rei da embolada? No finalzinho da chamada revolução de 30, ele se alistou como soldado voluntário. E como prêmio por ter participado ganhou uma viagem de navio até o Rio de Janeiro. Viveu na capital por cerca de três anos, mas teve que voltar.
E na viagem de volta, quem Manezinho conhece em uma roda musical dentro do navio? Ninguém menos que Carmen Miranda e Almirante e o violinista Josué de Barros, que aliás prometeu ajudá-lo na divulgação de seu trabalho musical.
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- Contato: bringeck@gmail.com
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- Sejam bem-vindos ao Ser tão Mamoeiro (blog)
- Enquanto eu procuro a rima e não acho
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