Quando você vai preparar qualquer prato de comida, pensa logo nos temperos, nos molhos e, dificilmente, vai comer algo sem sal. Mas, espera aí, de onde vem o sal?
Não poderia ser mais simples: a maior parte do sal consumido no Brasil vem da água do mar. Sabe quando você toma banho de mar e sai com a pele salgada? O sal, mais conhecido como Cloreto de Sódio, é um mineral, extraído da água do mar ou de lago de água salgada por evaporação, um mecanismo de separação de misturas.
O que acontece é o seguinte: existem regiões chamadas salinas, para onde a água salgada é canalizada. Nestes locais, a água fica parada e evapora. Mas o sal grosso que resta ainda não é o sal que a gente conhece.
O que acontece é o seguinte: existem regiões chamadas salinas, para onde a água salgada é canalizada. Nestes locais, a água fica parada e evapora. Mas o sal grosso que resta ainda não é o sal que a gente conhece.
O sal grosso é coletado e passa por um tanque de lavagem para retirar as impurezas. Depois disso, o processo continua: o sal é moído e lavado novamente. Em seguida, uma centrífuga elimina a água e prepara o sal para ir à secadora. Muitas vezes, o sal recebe outros aditivos, antes de ser empacotado para o consumo, ou pode ser preparado para outros usos, como a produção de produtos cosméticos.
O sal pode ser um tempero e ajudar a tornar sua comida mais gostosa, entre outros benefícios. Por possuir sódio, o sal tem um papel fundamental no equilíbrio e distribuição dos líquidos corporais, contribuindo, também, para contração muscular, ritmo cardíaco, e permitindo o bom funcionamento do cérebro e o controle de funções vitais do organismo. Entretanto, atenção, porque o exagero no consumo do sal pode causar sérios problemas de pressão e nos rins.
Curiosidade: Se hoje o sal é amplamente conhecido na alimentação, antigamente o sal era usado para conservar os alimentos. O sal possui a característica de retirar água dos alimentos, por isso evita a proliferação de bactérias. Como antigamente não havia geladeira, o sal era uma forma de conservar a comida.
As principais salinas brasileiras são encontradas no estado do Rio Grande do Norte, responsável pela maior parte do sal consumido no País. O clima, com muito sol, pouca chuva e bastante vento, ajuda no processo de evaporação da água e acúmulo do sal.
Curiosidade: Se hoje o sal é amplamente conhecido na alimentação, antigamente o sal era usado para conservar os alimentos. O sal possui a característica de retirar água dos alimentos, por isso evita a proliferação de bactérias. Como antigamente não havia geladeira, o sal era uma forma de conservar a comida.
As principais salinas brasileiras são encontradas no estado do Rio Grande do Norte, responsável pela maior parte do sal consumido no País. O clima, com muito sol, pouca chuva e bastante vento, ajuda no processo de evaporação da água e acúmulo do sal.
Este clima quente e pouco chuvoso também ajudou a produção de sal nas salinas do norte do estado do Rio de Janeiro, principalmente no século XIX. A região fica próxima à Lagoa de Araruama, que possui um índice de salinidade maior do que o mar ali localizado.
Outras fontes de sal
O sal também pode se encontrado em depósitos minerais oriundos de milhões de anos atrás. Na América do Sul, por exemplo, está localizado o maior deserto de sal do mundo: a estimativa é que o Salar de Uyuni possua 10 bilhões de toneladas de sal. O Salar de Uyuni fica próximo à cidade de Uyuni, no sudoeste da Bolívia, no Altiplano Andino, a mais de três mil metros de altitude.
A área do atual deserto – mais de 10.000 km2 - fazia parte de um gigantesco lago pré-histórico que secou e deixou dois lagos remanescentes e grandes desertos salgados, o Coipasa e o Uyuni.
O visual do Salar de Uyuni parece um imenso quebra-cabeça, com formas hexagonais de perfeito encaixe. Criadas pela natureza cristalina do sal, estas formas hexagonais vão se formando devido ao contraste de temperatura e a constante invasão de água, que desce das montanhas no verão.
(Fonte: Agencia Brasil / Foto Reprodução)
(Fonte: Agencia Brasil / Foto Reprodução)
Sertão Verdejante-Contato: bringeck@gmail.comVejam Também
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